quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Minha infância foi feliz e, colorida também

Site da imagem: www.bvl.org.br
Não sei se é algo possível, mas creio eu que não existe alguém que não conheça a Turma da Mônica. Pelo menos acredito que isso não aconteça com pessoas mais velhas que eu, ou até mesmo da mesma idade. O que pode ocorrer, é de pessoas mais novas não saberem quem são. 
Bom, não sei vocês, mas eu cresci colorindo livrinhos, vendo filmes - em "fita cassete", comprando gibis na realidade quem comprava era minha mãe dessa turma e posso dizer que isso me ajudou de alguma forma, rs eu lia bastante e aquilo era algo prazeroso, ninguém me mandava "treinar a leitura", eu lia porque era divertido e, natural. Minha mãe ia em um sebo, e comprava uns 5 gibis por vez, e toda vez era uma alegria, imaginem. Capa nova, histórias novas.
E é engraçado que eu sempre vi como a "Turma da Mônica", até pouco tempo atrás, e não associava isso ao seu grande criador: Maurício de Souza. Claro, que todo o sucesso se deve aos personagens, mas a ideia e todo o enredo é dele, então palmas a ele! Como os personagens são, em sua maioria, crianças, por volta de seus 7 anos de idade - com exceção da versão da turminha jovem-, na minha mente ficou fixado algo que me fizesse sempre pensar que a Turma da Mônica é algo novo, quando na realidade já existem há 52 anos. Pois é, foi "criada" em 1963. 
- Por que aspas?
Porque a Mônica já existia na vida real: é a filha do Maurício de Souza. Ou seja, o autor se inspirou nela para elaborar um dos personagens, e em suas outras duas filhas para desenvolver outros dois personagens. 
Onde quero chegar com isso? 
Bom, estava fuçando algumas exposições que terão agora, nesse último trimestre e me deparei com algumas muiiito legais! Pelo menos me chamaram muito a atenção e com certeza, quero ir! E entre elas, está a exposição da Turma da Mônica em homenagem aos 80 anos de Maurício de Souza, grátis. Quando me deparei com esse evento, me surpreendi por duas coisas: por ser entrada franca e, com a idade do Maurício. NEVER imaginei que ele já estava com essa idade, está tão conservado.
A exposição já teve início agora, em 15 de setembro e vai até dia 15 de dezembro, mas no dia 27 de outubro será o dia em que o autor estará no local! Essa exposição está no Centro Cultural São Paulo (CCSP), cujo endereço é o seguinte: Rua Vergueiro, 1000, Bairro da Liberdade, Zona Oeste, São Paulo e os horários são os seguintes: de terça, quarta, quinta e sexta-feira, das 10h00 às 20h00, de sábados e domingos, das 10h00 às 18h00.
Bom, achei válido dar essa dica pra vocês, caso gostem, vale super a pena!

Um beijo, ♥

sábado, 26 de setembro de 2015

Normal, infelizmente!

 
Confesso à vocês que não acompanhava a novela da rede Globo, Verdades Secretas. De início, ouvi muitos dizerem: é uma putaria só. Por esse motivo, não senti curiosidade de assistir a ponto de acompanhar cada acontecimento, até mesmo porque ouvi muitos comentários do tipo: imatação de 50 tons de cinza. No entanto, um dia tive a oportunidade de assistir e foi justamente a cena em que a personagem da Grazi Massafera está "passeando" pela Cracolândia, creio eu que essa cena foi de quando ela ainda não estava viciada no crack. 
Se me chocou? Muito. Eu jamás imaginei que a Cracolândia fosse daquele jeito.
Depois, assisti novamente a outro capítulo e o que vi foi uma cena em que a Angel e o Alex estavam se pegando, mas isso depois que ele já estava casado com Cora. Se eu fiquei boquiaberta? Fiquei.
Mas é uma coisa normal, infelizmente. 
- NORMAL, Leticia?
Sim, normal. O book rosa é algo que já existia antes da novela exibir aquilo, relações assim como a de Alex e Angel também, e o uso de drogas, nem se fala. 
O que de fato chocou, foi a forma como isso tudo foi exibido: na caruda. 
Não estou dizendo que não sabíamos da existência de nenhuma dessas situações. Sim, é claro que sabíamos. Mas dessa vez, nada ficou escondido. Ninguém tapou Sol nenhum com a peneira.
Depois de parar para pensar um pouco a respeito, percebi que são cenas chocantes, sim, porém são cenas que exibem a nossa realidade. Muitas pessoas ficaram super-hiper-mega indignadas com a novela, dizendo que é imoral, nojenta e as carambolas tudo. Mas, como eu já disse antes: é normal. A cada esquina que viramos, vemos absurdos como o caso entre a moça e seu padrasto, ou coisas até piores. 
É engraçado como nós não sabemos de nada - ou fingimos que não sabemos. Eu, por exemplo, tinha na minha mente que a Cracolândia era simplesmente um bairro onde tinha muita, mas muita venda de crack por lá, mas imaginei que não fosse naquela situação devastadora, de pessoas sujas, mal alimentadas, dormindo no chão. E é algo que está "debaixo do meu nariz", todos nós devíamos saber, mas quase sempre estamos preocupados com outras coisas que nos "interessam" mais. Coisas essas que não nos atribuem responsabilidade nenhuma.
Particularmente, o que me causou maior impacto nesse balaio de histórias, foram as cenas da Grazi, por serem tão reais e tão intensas, sabem? E também, todo aquele rebuliço da Angel + Alex +  Cora, mas não pelas cenas em si, mas por saber que isso acontece a toda hora e por ver como a filha enganava a sua mãe.
Enfiiiiim, o que eu tenho a dizer é: mesmo não tendo acompanhado TODOS os capítulos, gostei bastante dessa pegada mais real que a novela nos apresentou. Sem muito mimimi, sem muito nhenhenhen. Sem contar o elenco maravilhoso e a direção, que conseguiu sim causar emoções diversas aos telespectadores e, creio que quando isso acontece, o objetivo foi alcançado. Congratulations, Walcyr! ♥

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Não pretendo casar tão cedo

Como a vida é cheia de idas e vindas, não é mesmo?
Parece uma roda gigante em constante movimento. Oscilações de velocidade, intensidade.
Mudamos tanto por coisas tão pequenas. Não que isso seja um ponto negativo desfavorável a nós, no entanto também não sei dizer se é algo favorável.
Nossas vidas mudam conforme a fase pela qual estamos passando. Em dado momento queremos muito uma coisa e, passado certo tempo, já não queremos mais.
Em algum momento, somos a favor da redução da maioridade penal, em outro momento, já somos contra. E é assim por toda a vida. Sempre estamos mudando de opinião.
Se engana quem crê que aqueles que mudam de opinião, são indecisos e não sabem o que querem ou não sabem o que achar. 
Quem alguma vez muda de opinião, conhece um pouco mais do que os outros costumam conhecer, para apresentar a si próprio uma nova convicção e assim, passar a outras pessoas aquilo que acha correto diante de sua percepção.
 Mudar de opinião não é não saber nada sobre nada. Muito pelo contrário, mudar de opinião é conhecer até demais, a ponto de ter a certeza que há necessidade de mudar o posicionamento.
Como uma boa romântica, sempre tive vontade de me casar, constituir família e tudo mais. Mas de uns tempos pra cá, pude perceber que nem tudo são flores como eu acreditava que eram. Hoje, consigo ter a percepção de que não quero me casar tão já. Mudei de opinião.
O amor continua o mesmo, o afeto também e todas as outras coisas existentes na relação, porém, assumir um compromisso dessa proporção não é pra mim, não por enquanto.
Imagino que se fosse fazê-lo por agora, não estaria preparada e, não teria segurança para levar a diante, por N motivos que me fizeram refletir a respeito. Assumir tal compromisso requer preparo emocional, psicológico e financeiro. E, obviamente não é o meu caso.
Muitas meninas querem (sonham) casar, ter filhos e, acabam fazendo isso até cedo demais. Querem ser independentes dos pais e se tornam dependentes de outra (s) pessoa (s). Acaba sendo uma troca de 6 por meia dúzia e, como achar não paga nada, não acho isso bacana.
- Nossa, Lê, vocês namoram faz tanto tempo.
Pois é, namoramos mesmo, mas como vocês bem sabem, namoro é uma coisa e casamento é outra um tanto diferente! E não, não está na hora.
Tem muuuuita coisa pra acontecer ainda, mas muita mesmo! ♥

domingo, 13 de setembro de 2015

LÊ, ME CONTA!: Como ser uma pessoa menos chata

Imagem retirada do Google
Lá no interiorzinho da Letícia, tem uma personalidade que é bem, BEM, impaciente mesmo!
Eu não sei o que me incomoda mais: se é a pessoa ser chata, ou se é ela ser a "dona da razão". No final das contas, as duas se resumem em: pessoas insuportáveis. Eu acho muito frustrante quando várias pessoas estão dando opinião sobre determinado assunto ~ e a pessoa chata ~ vai e diz: não tem nada a ver, é do jeito que eu falei.
Não, pelo amor de Deus, não precisa ser tão insuportável assim. Eu acho que o Sol é azul e o céu amarelo, deixa eu achar. 
O que realmente irrita, não é alguém discordar de mim. Até aí, ótimo. Mas o problema é: eu acho que o Sol é azul, mas ela quer me provar que é amarelo, só que, mesmo com toda a tese dessa pessoa, ainda acho que é azul por N motivos. Ou seja, ela debateu consigo mesma enquanto eu ainda achava que era azul. Percebem como acaba se tornando chato? Eu, no meu interior acredito que o Sol é azul, mas a pessoa quando é desnecessária, discute algo que não é relevante o suficiente naquele momento pra ninguém. Quem acha que é azul? A Letícia. Isso muda alguma coisa na sua vida? NÃO. Por isso, se eu disser que a partir de hoje vou usar cuecas, essa pessoa chata não tem que chegar aqui e dizer: eu acho que você não deveria fazer isso. - Aí lá vai as perguntinhas mágicas: Quem vai usar a cueca? Quem vai comprá-las? E lavá-las? Pois é. 
Outra coisa que me irrita muito: TUDO o que você for fazer, ter alguém de olho pra implicar depois. A primeira coisa que eu penso é: por que perde tempo com as idiotices que EU estou fazendo? ~ mesmo se não for idiotice, por que?! ~ Tem tanta coisa no mundo pra se fazer: contar estrelas, ler um livro, usar a Internet, enfim, mas não, a pessoa está regulando até a roupa que você usa. Ow. Pára. 
Sabem aquela pessoa também que parece que não tem amor na vida? Você faz um comentário toda-toda ~ estar feliz é diferente de se exibir ~ sobre algo muito bacana que aconteceu e a pessoa fecha com chave de ouro: nossa, mas tal coisa foi mais legal. Tudo o que é com os outros é mais legal do que com você.
Tem coisa que dá, mas tem coisa que não dá.
Se você que está lendo, se encaixa em alguma das situações, ou se já te disseram que você é assim, vou deixar algumas dicas:

♥ Se ame mais
♥ Tenha mais amigos
♥ Ame mais as pessoas
♥ Tenha bichinhos de estimação
♥ Ouça músicas alegres
♥ Pense coisas boas e deseje-as
♥ Viaje mais ~ essencial pra deixar o mal-humor de lado

Se torna difícil conviver com pessoas que "cortam o nosso barato" sempre que podem, por isso acabamos nos afastando. Se você percebeu que está se tornando essa pessoa amarga: pare, pense e reflita.

Um beijo!


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Tatuagens

De uns tempos pra cá venho namorando bastante algumas ideias de tatuagens e, estou pensando seriamente em fazer a primeira! Mas é claro que preciso pensar muito bem, pra depois não me arrepender. Não digo pela tatuagem em si e sim, pela ideia que tem por trás dela.
Como trabalho em um escritório de advocacia, pretendo fazer alguma coisa discreta - mas não invisível. Nada contra aquelas tatuagens maiores, mas no meu caso, prefiro algo menor. Como eu quero algo pequeno, não vale a pena fazer em uma região do corpo que fique escondida, por isso pensei em fazer em uma das mãos e, separei pra vocês algumas ideias:

Nos dedos:

 
  
Se eu puder, farei as três! São extremamente fofas e bem discretas! Principalmente essas nas laterais dos dedos, pois não estão nitidamente à mostra, porém, quando são vistas, são um charme!

No pulso:

  
 

 Pra vocês verem, não tenho nada de tatuagem e do jeito que estou achando todas lindas, daqui a pouco estou repleta delas! haha
Essa última é maravilhosa, porque a palavra me faz lembrar do blog! Bem provável que a primeira seja algo assim, ♥

Nas costas:

 
 

É importante pensar bem na escolha, e se escolher algo que tenha escrita em outra língua, saber o significado! Algumas coisas na vida podem ser constrangedoras, rs 

E por fim, nas pernas:






É, tem quem veja as tatuagens como algo bizarro, como se na face da Terra fosse inadmissível pessoas pintarem o corpo. 
Particularmente, tem algumas tatuagens que eu não faria MEIXMO, mas quem gosta faz, ué! Algumas chegam a ser assustadoras, porém, gosto cada um tem o seu e, vamos respeitar...

Um beijo galerê, até a próxima!

 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Quem disse que não existe?


 É bem comum - BEM COMUM - você ouvir algo do tipo: não existe amizade entre homem e mulher. Antes, confesso pra vocês que até concordava com isso, mas depois que comecei a ter amigos homens, percebi que não é bem assim. Acredito que com todo mundo aconteça isso: o rapaz ou a moça se aproximam de você porque querem algo a mais do que "amizade". Mas, em muitos casos a história é outra. Em muitos casos, essa tal aproximação "estranha" entre uma moça e um rapaz, é mesmo por conta da amizade que pode surgir ali.


Sabe, eu acho que para uma amizade fluir pra romance - ou só pegação mesmo, depende da "postura" das partes envolvidas. Se uma das partes, demonstra de alguma forma que está afim de algo e, a outra entende aquilo e retribui de forma positiva, sim, vai rolar alguma coisa obviamente. Agora, se uma das partes demonstra interesse e a outra, recua, aí acredito que não vá rolar nada. A não ser que seja obrigada - coisa que acho meio difícil, até porque hoje em dia, ninguém é obrigado a nada. 
Existem dois pontos irritantes nesse balaio de gato todo:

1º - As pessoas (aquelas que estão de fora) não enxergam com bons olhos duas pessoas de sexos opostos serem tão próximas. Do tipo: se são próximos e não namoram, no mínimo deve rolar pegação. WTF?!
O que irrita de verdade é as pessoas darem mais audiência pra uma coisa que acontece na vida dos outros (com quem aquela pessoa anda, o que ela veste, opção sexual dela, e tanãnã) do que prestar atenção na própria vida. Por isso que muitas coisas que esse tipo de pessoa faz, não dão certo. Porque o foco dela, não está em alcançar os próprios objetivos e sim, como fulana ou ciclana chegou onde está.

2º - A segunda coisa que realmente irrita é como as pessoas envolvidas lidam com a situação. Por exemplo, está surgindo uma paixãozinha por uma das partes, mas a outra pessoa, por algum motivo não correspondeu aquele sentimento, àquelas demonstrações. O que acontece aí? Acontece que - dependendo da pessoa - acaba a "amizade". Não fala mais com a outra, ou, se ainda fala, de forma mais restrita. Parece que surge um bloqueio entre as duas. E, sinceramente, acho que isso não deveria acontecer. Não é porque fulano tentou ficar comigo que eu tenha que virar a cara para ele. Não é porque eu já fiquei com tal amigo - sim, acontece - que nossa amizade não será mais a mesma. Claro que não tem que ser assim, né? Eu acho que vocês dois tem que aprender a lidar com isso e, se já chegou a acontecer isso, vamos superar, né? Até mesmo porque foi "um lance" e não um romance duradouro.

Eu acho mesmo é que se existe amizade entre duas pessoas de sexos opostos, independente do que vier a acontecer, a amizade vai continuar. Claro que pode ser que por um tempinho fique um clima estranho, mas depois passa. Depois vocês vão enxergar como mais uma das histórias que vocês dois tem pra contar.
E, posso dizer que existe amizade sim entre homem e mulher!

Um beijo e até a próxima, ♥